Esse ano, como dito um post abaixo, foi um ano bem atribulado. Aconteceu tanta coisa que não vou (nem quero) lembrar de todas. Vou só falar o que quero levar para vida que aprendi nesse período de 365 dias.
Uma dessas coisas é a banda britânica MUSE. Cacete, por onde andou essa porra antes de cruzar meu caminho? Que som! Estou viciado.
Outro ponto de 2007 foi aprender a lidar com a fugacidade do meu trabalho. Um cara como eu, que quer ser cada vez mais perene, só produzindo borras de álcool que evaporam antes que possam ser contempladas. Se é que eu teria coragem de mostrá-las a alguém...
Mais uma coisa legal de lembrar foi minha transformação em ator. Cara, isso é legal! Na minha última apresentação eu tinha que ficar encarando a platéia. Eu fiquei fazendo aquilo e meio que contando as cadeiras ocupadas. Pensei: "Caralho, essa galera toda (umas 300 pessoas) está aqui para ver o que eu tenho a dizer. Vão chegar em casa e comentar sobre o que eu vou fazer agora." O friozinho na barriga veio não por insegurança ou medo. Veio porque eu me senti canalizando uma mensagem que vai perdurar mais que um anúncio de ofertas de carros. Vou procurar por onde fazer isso mais vezes e com cada vez mais força.
Outra é meu elo com meus irmãos. A cada ano fica mais legal tem essas 3 pessoas do meu lado (mesmo que meio distantes).
Outra coisa é minha roda de amizades. Vi a Carol rindo (que sorriso, aliás), o Mafra causando na balada, o Marui assumindo que é, na verdade, chinês, o Ubatuba concretizando uma profecia minha e o Müller adquirindo sua very own bateria e quase não ví a Thatí. Apesar de ser uma penela bem fechada, pretendo expandir esse universo e ser mais sociável, por mais que eu sinta que essa não é minha natureza.
As previsões que tenho para 2008 são surpreendetemente otimistas. Muito otimistas. Nojentamente otimistas. Pelo menos para mim e para os mais próximos.
Sejam felizes no ano de 2008!